Tome uma atitude
Quem será o primeiro a servir, a tomar uma atitude, a ter a iniciativa?
Você prefere ficar esperando o mundo mudar pra mudar o mundo?
Você prefere esperar o momento ideal chegar para começar a arregaçar as mangas e começar a servir?
Ou você prefere sentar a bunda na inércia da murmuração sendo um expectador da vida, um analista de fatos, um comentarista de cotidiano, um crítico de problemas?
Pense nisso!
Em Cristo, que tomou a inicitiva de vir ao mundo para servir e não para ser servido
Jairo Filho
A sabedoria de viver a vida como ela é
"Sei lá...a vida tem sempre razão " por Salomão, Vinícius de Morais, Toquinho, eu e você
Tem dias que eu fico pensando na vida
E sinceramente não vejo saída.
Como é, por exemplo, que dá pra entender:
A gente mal nasce, começa a morrer.
Depois da chegada vem sempre a partida,
Porque não há nada sem separação.
Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão.
Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão.
A gente nem sabe que males se apronta.
Fazendo de conta, fingindo esquecer
Que nada renasce antes que se acabe,
E o sol que desponta tem que anoitecer.
De nada adianta ficar-se de fora.
A hora do sim é o descuido do não.
Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão.
Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.
Interpretação: Chico Buarque, Tom Jombim e Miucha.
Composição: Vinícius de Morais e Toquinho
Após ouvir atentamente a letra dessa música, escutei nas suas entrelinhas o eco do Eclesiástes. Os compositores dessa música talvez nem sabiam que expressaram as conclusões existênciais outrora escritas pelo sábio Salomão. O pregador, pensando na vida, descobriu que a vida é uma grande ilusão...Mas ele nos ajuda a ir além do "sei lá, sei lá..."
A partir desse mês começarei uma série de mensagens sobre o livro de Eclesiástes - "A SABEDORIA DE VIVER A VIDA COMO ELA É".
Vamos ver no que vai dar. Vamos ver o que nos espera nessa viagem dentro desse riquíssimo livro de sabedoria veterotestamentário.
Se você deseja me acompanhar nessa leitura existencial de Eclesiástes, convido você a se colocar diante de Deus em oração para que seus olhos de leitor da Bíblia sejam transformados em ouvidos de quem escuta a Palavra de Deus falando ao nosso coração.
Para que seja proveitoso nossa meditação, sugiro que você, por si só, antes de tudo, leia e releia em espírito de oração todo o livro de Eclesiástes váris vezes.
Em Cristo, em quem estão todos os tesouros da sabedoria (Cl 2:3)
Jairo Filho
Há poder em suas palavras
"Quando ouvires dizer, de alguma das tuas cidades que o SENHOR teu Deus te dá para ali habitar: Uns homens, filhos de Belial, que saíram do meio de ti, incitaram os moradores da sua cidade, dizendo: Vamos, e sirvamos a outros deuses que não conhecestes; então inquirirás e investigarás, e com diligência perguntarás; e eis que, sendo verdade, e certo que se fez tal abominação no meio de ti; certamente ferirás, ao fio da espada, os moradores daquela cidade, destruindo a ela e a tudo o que nela houver, até os animais." [Deuteronômio 13.12-15]
Aqui está a orientação de Deus a respeito do que devemos fazer quando “ouvirmos dizer” alguma coisa: inquirir, investigar e perguntar com diligência. Essa é a maneira como fazemos a diferença entre o fato e a versão, entre a verdade e o boato. Quando alguém comenta “ouvi dizer”, devemos perguntar: Quem disse? Quando disse? Para quem disse? Por que disse? Para que disse? E também perguntar a quem traz a informação: Por que você está me contando isso?
Entre o “ouvi dizer” e a verdade dos fatos há distâncias que podem e devem ser encurtadas pelo correto trato das informações. Entre os extremos de “varrer coisas para debaixo do tapete”, esconder, fingir que não existem, e “pendurar a roupa suja no varal”, expor publicamente o que é íntimo e privado, está a recomendação bíblica, a saber, a busca pela verdade.
Boatos e versões podem destruir pessoas, famílias, comunidades, cidades e nações. Os relacionamentos se fundamentam nas palavras: a verdade gera vida, a mentira gera morte. O sábio Salomão ensinou que palavras são como “espada penetrante” [Provérbios 12.18], e que “a morte e a vida estão no poder da língua” [18.21]. Não foi sem razão, portanto, que Jesus advertiu que “de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo... porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado” [Mateus 12.36,37].
Isso faz lembrar aquela história quando um rapaz procurou o filósofo Sócrates e disse que precisava contar-lhe algo. Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras?
- Sim. A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer aí mesmo.
- Mas suponhamos que seja verdade. Deve então passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?
- Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta? - arremata Sócrates - Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos.
Talvez o apóstolo Paulo conhecesse essa história. Suas recomendações são igualmente valiosas: “tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai (isso falai)” [Filipenses 4.8].
Aqui está a orientação de Deus a respeito do que devemos fazer quando “ouvirmos dizer” alguma coisa: inquirir, investigar e perguntar com diligência. Essa é a maneira como fazemos a diferença entre o fato e a versão, entre a verdade e o boato. Quando alguém comenta “ouvi dizer”, devemos perguntar: Quem disse? Quando disse? Para quem disse? Por que disse? Para que disse? E também perguntar a quem traz a informação: Por que você está me contando isso?
Entre o “ouvi dizer” e a verdade dos fatos há distâncias que podem e devem ser encurtadas pelo correto trato das informações. Entre os extremos de “varrer coisas para debaixo do tapete”, esconder, fingir que não existem, e “pendurar a roupa suja no varal”, expor publicamente o que é íntimo e privado, está a recomendação bíblica, a saber, a busca pela verdade.
Boatos e versões podem destruir pessoas, famílias, comunidades, cidades e nações. Os relacionamentos se fundamentam nas palavras: a verdade gera vida, a mentira gera morte. O sábio Salomão ensinou que palavras são como “espada penetrante” [Provérbios 12.18], e que “a morte e a vida estão no poder da língua” [18.21]. Não foi sem razão, portanto, que Jesus advertiu que “de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo... porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado” [Mateus 12.36,37].
Isso faz lembrar aquela história quando um rapaz procurou o filósofo Sócrates e disse que precisava contar-lhe algo. Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras?
- Sim. A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer aí mesmo.
- Mas suponhamos que seja verdade. Deve então passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?
- Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta? - arremata Sócrates - Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos.
Talvez o apóstolo Paulo conhecesse essa história. Suas recomendações são igualmente valiosas: “tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai (isso falai)” [Filipenses 4.8].
2009 | Ed René Kivitz
Deus opera milagres no dias de hoje?
"Deus opera milagres nos dias de hoje?
esse tipo de pergunta me lembra cursos do tipo "aprenda a fazer sexo por correspondência em 12 lições". que tal experimentar em vez de ficar só no questionamento?"Fonte: http://www.formspring.me/pavarini - Recomendo a leitura do pavablog.
Qual a mensagem dessa foto-grafia?
O André Botelho já deu a resposta antes dessa pergunta em http://vozebrisa.blogspot.com
Agora deixe sua resposta postando nos comentários
Que estou fazendo
Quando João Dias de Araújo, então com 36 anos, fazia mestrado em teologia de Calvino no Seminário de Princeton, nos Estados Unidos, o maestro brasileiro João Wilson Faustini, também residente naquele país, lhe sugeriu que escrevesse a letra de um hino que falasse sobre o compromisso dos cristãos contra a injustiça e a miséria social. Foi assim que nasceu, em 1967, o hino “Que estou fazendo se sou cristão?”, que aparece na última edição do Hinário para o Culto Cristão, da Convenção Batista Brasileira (nº 552) e em outros hinários.
Hoje, João Dias de Araújo, 75, casado, cinco filhos, é professor do Seminário Batista do Nordeste e pastor da Igreja Presbiteriana Unida de Feira de Santana, na Bahia. A música é do médico e pianista presbiteriano Décio Emerique Lauretti, residente em São Paulo.
Para sacudir a igreja brasileira, seria muito bom se todos os cristãos de nosso injusto país cantassem com freqüência o hino ao lado:
Que estou fazendo se sou cristão?
Se Cristo deu-me o seu perdão!
Há muitos pobres sem lar, sem pão,
Há muitas vidas sem salvação.
Meu Cristo veio prá nos remir:
O homem todo sem dividir.
Não só a alma do mal salvar,
Também o corpo ressuscitar.
Há muita fome em meu país,
Há tanta gente que é infeliz,
Há criancinhas que vão morrer,
Há tantos velhos a padecer.
Milhões não sabem como escrever,
Milhões de olhos não sabem ler
Nas trevas vivem sem perceber
Que são escravos de outro ser.
Aos poderosos eu vou pregar
Aos homens ricos vou proclamar
Que a injustiça é contra Deus
E a vil miséria insulta aos céus.
Incrível como uma música dessas não faz sucesso nas paradas de sucesso gospel? Por quê?
Pense nisso e durma com esse barulho.
Em Cristo,
Jairo Filho
Hoje, João Dias de Araújo, 75, casado, cinco filhos, é professor do Seminário Batista do Nordeste e pastor da Igreja Presbiteriana Unida de Feira de Santana, na Bahia. A música é do médico e pianista presbiteriano Décio Emerique Lauretti, residente em São Paulo.
Para sacudir a igreja brasileira, seria muito bom se todos os cristãos de nosso injusto país cantassem com freqüência o hino ao lado:
Que estou fazendo se sou cristão?
Se Cristo deu-me o seu perdão!
Há muitos pobres sem lar, sem pão,
Há muitas vidas sem salvação.
Meu Cristo veio prá nos remir:
O homem todo sem dividir.
Não só a alma do mal salvar,
Também o corpo ressuscitar.
Há muita fome em meu país,
Há tanta gente que é infeliz,
Há criancinhas que vão morrer,
Há tantos velhos a padecer.
Milhões não sabem como escrever,
Milhões de olhos não sabem ler
Nas trevas vivem sem perceber
Que são escravos de outro ser.
Aos poderosos eu vou pregar
Aos homens ricos vou proclamar
Que a injustiça é contra Deus
E a vil miséria insulta aos céus.
Incrível como uma música dessas não faz sucesso nas paradas de sucesso gospel? Por quê?
Pense nisso e durma com esse barulho.
Em Cristo,
Jairo Filho
Quantos de vocês conseguiram perdoar seus inimigos?
Todos os seres humanos deveriam viver como esta boa e adorável mulher.
Quase ao final da reunião dominical, o líder perguntou aos fiéis:
- Quantos de vocês conseguiram perdoar seus inimigos?
A maioria levantou a mão.
O pastor repetiu a pergunta e todos levantaram a mão, menos uma pequena e frágil velhinha.
- Irmã Maria, a senhora não está disposta a perdoar seus inimigos?
- Eu não tenho inimigos, pastor - respondeu com doçura.
- Irmã Maria, isto é muito raro. Quantos anos a senhora tem?
- 98 anos - ela respondeu com a voz fraca.
Então as pessoas aplaudiram entusiasticamente a idosa.
- Amada irmã, conte para todos nós como se vive 98 anos sem ter inimigos.
A angelical velhinha se dirige à plataforma, treme ao pegar o microfone, imposta a voz e diz em tom solene, olhando para o público emocionado:
- Porque já morreram todos, aqueles filhos da @#$%&*
Qual a moral da história?
Pense nisso!
E não está pago?
A jornalista Renata Leão Bavaresco, diretora de redação da revista “TPM”, fez uma entrevista com a socialite Lily Marinho, 88 anos, publicada também na revista Gol de outubro de 2009. Na última pergunta -- “A senhora é religiosa?” -- a viúva de Roberto Marinho respondeu: “Sou católica, mas às vezes fico muito zangada com Deus. Fiquei zangada quando perdi meu filho [Horacinho]. Um dia perguntei a um padre: ‘Se Deus é tão bondoso, tão isso, tão aquilo, por que deixa acontecer [...] incêndios, essas coisas?’. Ele disse que Cristo morreu com 33 anos e não teve tempo de pagar em vida o mal da humanidade; então as pessoas têm que pagar o que Cristo não teve tempo de fazer. Bom, foi a explicação que me deram” (“Gol”, 10/2009, p. 70).
Fonte: http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=2560&secMestre=2566&sec=2592&num_edicao=322
Fonte: http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=2560&secMestre=2566&sec=2592&num_edicao=322
Tomando fôlego
...to tomando fôlego de vida para mergulhar novamente na rotina dos recomeços diários em 2010....
...em breve, novos textos escritos na minha carne para fazer backup nesse despretensioso e simples bloguinho...
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